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LINK : Os arquitectos da Nova Economia
Em Portugal a Link é já uma referência e a sua carteira de clientes conta com nomes como a Portugal Telecom ou a EDP.
www.link.pt A Hewlett-Packard (HP) desenvolveu em 1998 uma máquina virtual, denominada Chaì VM, baseada em Java para sistemas embebidos. Fundamentalmente, trata-se de um software que permite executar operações, escritas em Java, em sistemas que utilizamos todos os dias, como impressoras, telemóveis ou agendas digitais. A esta altura, o leitor estará a questionar-se sobre qual a razão para a presença da HP neste artigo. A resposta é simples: o lançamento no mercado da Chaì VM contou com a colaboração preciosa da Link, uma empresa portuguesa com pouco mais de um ano e meio de existência. Para realizar este projecto, uma equipa da Link trabalhou directamente com um dos campus da HP, em Cupertino, Silicon Valley, e acabou por ser responsável pela validação da compatibilidade entre a portabilidade das aplicações necessária neste género de máquinas e a interface de programação Java. Esta era uma das condições essenciais para o lançamento no mercado da Chaì VM, cumprida em pleno pela Link. "A participação neste projecto deu uma dimensão internacional ao nosso know-how na área e demonstrou que Portugal possui competências tecnológicas ao nível do que de melhor se faz no mundo", afirma José Alves Marques, presidente do Conselho de Administração da Link - INESC Consultadoria e Serviços SA. Apesar de tudo, é importante lembrar que o sucesso não surgiu de um dia para o outro. No fundo, a equipa que hoje constitui a espinha dorsal da Link esteve integrada no Instituto Nacional de Engenharia de Sistemas e Computadores (INESC) desde a sua criação. "Possuímos um amplo conhecimento do mercado e das empresas, para além de uma experiência de quase 12 anos de actividade", explica Alves Marques, também ele presente na fundação do próprio INESC. A Link acabou por surgir no final de 1998, no âmbito do processo de restruturação do INESC, apoiada pelo PEDIP e pela AITEC, uma incubadora que viu nascer verdadeiras fast companies, como a IP ou a Novabase. Segundo José Alves Marques, "a economia digital e a oportunidade de mercado criada pela emergência da plataforma empresarial ligada ao negócio electrónico" foram as principais razões que levaram o INESC a autonomizar a área de consultadoria e a criar a Link. "Durante mais de 10 anos de experiência, aprendemos a lidar com um conjunto de tecnologias nas áreas de telecomunicações e de sistemas de informação. Esse know-how foi depois aplicado na Link e nos vários projectos em que nos fomos envolvendo", continua. A aposta no negócio electrónico
A Link domina, assim, um vasto leque de competências de um novo segmento do mercado que, na opinião de Alves Marques, será decisivo para as empresas portuguesas: o negócio electrónico. Para o presidente do Conselho de Administração da empresa, esta nova realidade irá alterar, em poucos anos, muitas das formas de actuação das empresas, dos serviços e mesmo da Administração Pública. Consciente desta situação, a Link aposta decisivamente no paradigma relacionado com a arquitectura do negócio electrónico, prestando serviços de consultadoria e engenharia, com destaque para a integração dos sistemas informáticos e dos sistemas de telecomunicações nos processos de negócio das entidades com quem trabalha.
É neste ponto que as empresas podem conseguir vantagens competitivas, já que os sistemas informáticos valem pela sua integração. Por isso mesmo, "as empresas bem sucedidas serão aquelas que conseguirem pensar estrategicamente a arquitectura do seu negócio electrónico e a implantarem em tempo útil", refere Alves Marques. Assim, a empresa sintetiza a parceria ideal entre o cliente e a Link na fórmula "e=mc3", em que (e) representa o novo posicionamento de negócio electrónico (e-business), que surgirá de uma parceria em que o cliente define os seus objectivos estratégicos de negócio e de conquista de mercado (m), e a Link assegura a engenharia dos processos de negócio integrando o conhecimento, as comunicações e os computadores (c3). Entre os vários produtos e serviços disponibilizados pela Link, o destaque vai para algumas das soluções específicas para plataformas de comércio electrónico. Para além dos produtos próprios, como as soluções e-Portal Link, a empresa garantiu a representação de algumas soluções de renome internacional, como o Vignette, o Open Market ou o DoubleClick. A carteira de clientes da empresa é verdadeiramente impressionante e demonstra bem as capacidades que a equipa foi capaz de gerar para desenvolver projectos inovadores. Agência Lusa, EDP, Hewlett-Packard, ICEP, Ministério das Finanças, Petrogal, Portugal Telecom, RTP e Siemens são apenas alguns dos nomes que já recorreram aos serviços e produtos da Link, muitos deles em projectos iniciados ainda no âmbito do INESC. A experiência adquirida e comprovada em Portugal, as competências tecnológicas demonstradas a nível internacional e a consciência de que o negócio electrónico é base para o sucesso na Nova Economia garantem à Link um futuro auspicioso. |
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